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Indústria da construção civil no Ceará registra menor índice de contratação em dez anos

 Ceará concentra 21,1% dos empregos na indústria do Nordeste, revela CNI

Mesmo com registro de uma aplicação de valor em R$ 7,1 bilhões, e sendo a terceira maior do Nordeste, a indústria da construção civil no Ceará apresenta dados diversos. A Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC), divulgado nesta quinta-feira, 17, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) destacou que o Estado registra a menor contratação em dez anos no segmento, no resultado pré-pandemia.

Os dados fazem referência ao registrado em 2019, quando Estado apresentava 1,7 mil empresas ativas no segmento, empregando 53.905 mil de pessoas. Quadro representa uma continuidade da redução de postos de trabalho no setor iniciada ainda em 2015, quando o Ceará empregou cerca de 92 mil pessoas.

Tal contingente de profissionais coloca o Ceará como nono estado brasileiro com maior número de trabalhadores empregados na indústria da construção, representando 3,2% dos postos de trabalho do setor no Brasil. Os gasto com salários, retiradas e outras remunerações pagas pelas empresas atuantes no Estado somaram R$ 1,4 bilhão em 2019, valor equivalente a 31% de todos os gastos das construtoras atuantes no Ceará.

Com relação as despesas empresariais, o Ceará é o segundo do Nordeste com maior gastos inerentes a atividade das construtoras. Em 2019, o total de gastos pelas empresas do segmento no Estado ficou no patamar de R$ 5,6 bilhões. Em primeiro lugar, a Bahia teve o maior custo para as empresas, com gasto anual de R$ 8,2 bilhões.

No cenário nacional, tendo como base de comparação o valor gerado pelas atividades das construtoras, a região que mais gerou movimentação financeira foi o Sudeste, com 49,6% do total registrado no país. Na sequência, os estados do Sul do País, representam juntos 18% da movimentação total registrada em 2019. Com movimentação de R$ 45,9 bilhões, equivalente a 17,5% do total, o Nordeste ocupa o terceiro lugar seguido pelas regiões Centro-Oeste (8,9%) e Norte (6%).

Fonte: O Povo

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